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Com 15 anos de experiência no mercado da comunicação, Rodrigo Almeida construiu sua carreira nas áreas de relações públicas, assessoria de imprensa e comunicação estratégica. À frente da agência CRIATIVOS, fundada em 2016, o profissional desenvolve projetos voltados ao posicionamento de marcas, organizações e personalidades, além de estratégias de relacionamento com diferentes públicos.

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Bacharel em Relações Públicas pela Universidade Salvador (UNIFACS) e mestre em Gestão e Tecnologia Industrial pelo SENAI CIMATEC, Rodrigo combina formação acadêmica e experiência de mercado. Ao longo da carreira, também atuou como professor, palestrante e consultor, acompanhando as transformações na relação entre empresas, imprensa e sociedade. Sua experiência abrange diferentes segmentos, com trabalhos relacionados à construção de imagem, ao relacionamento com jornalistas e à gestão de reputação.

A trajetória empreendedora ganhou um novo capítulo em 2016, quando fundou a CRIATIVOS, em Salvador. A agência iniciou suas atividades atendendo a uma aceleradora de negócios sociais, com projetos voltados a empreendedores das periferias da capital baiana. A partir dessas primeiras experiências, ampliou seu portfólio e passou a desenvolver estratégias de comunicação para organizações de diferentes setores.

“Empreender na comunicação exige compreender que cada cliente tem uma realidade, uma história e necessidades próprias. Não existe uma fórmula que funcione para todas as marcas. O trabalho começa com escuta, pesquisa e diagnóstico, para identificar quais caminhos fazem sentido e como a comunicação pode contribuir para os objetivos daquele negócio. É essa compreensão que permite construir estratégias mais coerentes e relações que se sustentam para além de uma campanha ou de uma publicação”, destaca Rodrigo.

Ao longo de sua atuação, a agência desenvolveu projetos para marcas e iniciativas como Nubank, Americanas Delivery, Oakley, Paris 6, Cia. Marítima, Grupo Aratu, Jornal Correio, TEDx, Multishow, Dendezeiro e Comida di Buteco. No campo da assessoria de imprensa e das relações públicas, Rodrigo também trabalhou com nomes como a cientista Jaqueline Góes, a cantora e atriz Maria Bomani, o cantor O Kannalha e Cinara, participante do programa Estrela da Casa.

A diversidade de projetos reflete a atuação em diferentes mercados, com estratégias adaptadas às características de cada organização, aos seus públicos e aos objetivos de comunicação.

Entre os desafios da área está a construção de reputação. Em um ambiente marcado pela velocidade da informação e pela exposição nas redes sociais, Rodrigo destaca a diferença entre alcançar visibilidade e estabelecer uma relação de confiança com o público.

“Visibilidade e reputação não são a mesma coisa. Uma empresa pode aparecer com frequência na imprensa e ter milhares de interações nas redes, mas isso não significa, necessariamente, que as pessoas confiem nela. A reputação é construída pela experiência acumulada dos públicos com aquela organização, pela coerência entre discurso e prática e pela maneira como ela se posiciona, inclusive nos momentos difíceis”, explica.

O relacionamento com a imprensa também ocupa espaço central em sua atuação. Para o profissional, compreender os critérios jornalísticos e identificar o interesse público de uma pauta são etapas fundamentais para que a assessoria de imprensa cumpra seu papel. Além de sugerir assuntos aos veículos de comunicação, o trabalho pode envolver apuração, identificação de personagens, levantamento de dados e elaboração de abordagens que contribuam para o debate público.

A gestão de crises é outro aspecto abordado por Rodrigo, que defende a preparação das organizações antes que situações críticas ganhem repercussão.

“A gestão de crise não deve começar quando o assunto já ganhou repercussão. As organizações precisam identificar vulnerabilidades, estabelecer responsabilidades e preparar seus processos de resposta antes de uma situação crítica acontecer. Quando uma empresa demora a reconhecer um problema ou se comunica sem clareza, pode agravar uma situação que já era delicada. A resposta precisa ser rápida, mas também responsável, baseada em informações verificáveis e alinhada ao que a organização efetivamente pode fazer para enfrentar o problema”, analisa.

Além do trabalho com marcas e organizações, Rodrigo participa de iniciativas de formação e compartilhamento de conhecimento. O profissional já ministrou palestras sobre “Gestão de Crises Digitais: Estratégia, Retórica e Protocolo nas Redes”, na ESPM, e “Da Estratégia à Notícia”, no Festival Sangue Novo, além de atuar em atividades acadêmicas nos níveis de graduação e pós-graduação.

Sua participação também se estendeu ao Sangue Novo Labs, iniciativa vinculada à oitava edição do Festival Sangue Novo, em Salvador. No Trapiche Barnabé, a oficina “Da Estratégia à Notícia” abordou a construção de pautas, os critérios de noticiabilidade e o relacionamento com a imprensa.

A experiência no mercado também orienta suas reflexões sobre o papel da criatividade na comunicação contemporânea. Em meio à multiplicação de plataformas, tendências e formatos, Rodrigo defende que a produção de conteúdo deve estar vinculada a objetivos definidos, em vez de se limitar à presença constante no ambiente digital.

“Produzir mais conteúdo não significa, necessariamente, comunicar melhor. Antes de escolher um formato ou aderir a uma tendência, é preciso entender o que a marca quer construir, com quem deseja conversar e qual contribuição pode oferecer. A criatividade ganha força quando está conectada a uma estratégia e consegue transformar uma mensagem em algo relevante para as pessoas. Caso contrário, existe o risco de produzir muito, ocupar espaço e, ainda assim, não construir reconhecimento ou confiança”, pontua.

Com experiência em assessoria de imprensa, relações públicas, posicionamento e gestão de reputação, Rodrigo Almeida segue desenvolvendo projetos e compartilhando conhecimentos sobre os desafios da comunicação. Sua trajetória acompanha as transformações de um mercado em que a construção de imagem exige planejamento, compreensão do contexto e coerência entre o discurso das organizações e suas práticas.