<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="wordpress/2.3.1" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>ANF - Agência de Notícias das Favelas</title>
	<link>http://www.anf.org.br</link>
	<description>A primeira agência de notícias de favelas do mundo!</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 14:32:54 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.3.1</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>Uma tarde com o Alemão</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/07/07/uma-tarde-com-o-alemao/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/07/07/uma-tarde-com-o-alemao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 14:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Ativismo Social]]></category>

		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/07/07/uma-tarde-com-o-alemao/</guid>
		<description><![CDATA[por Adriana Facina (UFF/Observatório da Indústria Cultural)
Tudo que a favela me ensinou,
Tudo que lá dentro eu aprendi,
Vou levar comigo a onde eu for,
Vou na humildade procurando ser feliz
Mesmo com tanta dificuldade
Tantos preconceitos que eu já sofri
Só quero cantar a liberdade
Esse é o trabalho do MC
Levar a voz das comunidades
Aonde o nosso Funk atingir
Pois o favelado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">por Adriana Facina (UFF/Observatório da Indústria Cultural)</p>
<p>Tudo que a favela me ensinou,</p>
<p>Tudo que lá dentro eu aprendi,</p>
<p>Vou levar comigo a onde eu for,</p>
<p>Vou na humildade procurando ser feliz</p>
<p>Mesmo com tanta dificuldade</p>
<p>Tantos preconceitos que eu já sofri</p>
<p>Só quero cantar a liberdade</p>
<p>Esse é o trabalho do MC</p>
<p>Levar a voz das comunidades</p>
<p>Aonde o nosso Funk atingir</p>
<p>Pois o favelado de verdade</p>
<p>Vai ser favelado mesmo se sair dali.</p>
<p>Por isso&#8230;</p>
<p>Sou favela</p>
<p>Eu fui</p>
<p>E sempre serei favela</p>
<p>Sei que na favela a chapa é quente</p>
<p>Pois lá já perdi vários irmãos</p>
<p>Por isso o nosso papo é diferente</p>
<p>Sem apologia a crime, droga ou facção</p>
<p>Pregamos a união das favelas</p>
<p>Sabemos a força que todas elas juntas&nbsp; têm</p>
<p>Por isso que vou&nbsp; em todas elas</p>
<p>Vou sem simpatia sem descriminar ninguém</p>
<p>E são tantas as comunidades</p>
<p>Pena não ter tempo de falar todas aqui</p>
<p>Mas vai um abraço na humildade</p>
<p>De 2 favelados</p>
<p>Junior e Leonardo MCs</p>
<p>(Pra sempre favela,&nbsp; MCs Junior e Leonardo)</p>
<p>A Kombi com passagem a 1,50 nos deixou na entrada da Grota, uma das favelas do Complexo do Alemão. O dia estava cinzento e logo de cara nos deparamos com os fuzis da Força Nacional de Segurança (?) há mais de um ano, que ocupa a favela, apontados em nossa direção e na de todos que passavam. Tensão nos rostos uniformizados atrás dos sacos de areia que servem como trincheiras improvisadas de uma guerra fabricada. Quem são os inimigos, &quot;os alemão&quot;, na gíria carioca?</p>
<p>Lá no Alemão, a resposta a essa pergunta está inscrita nas paredes das casas, cravejadas de balas de&nbsp; grosso calibre, com alguns rombos que nos permitem entrever o interior das habitações e dos estabelecimentos comerciais. Fuzis que custam mais de 10 mil reais e munição cara contrastam com as valas negras sobre as quais caminhamos na subida do morro. Quanto o estado gasta alimentando o ventre incansável da indústria bélica fazedora de mortes ao invés de investir em educação, saúde, cultura, habitação?</p>
<p>No caminho, comércio funcionando, feirinha, crianças nas ruas, adultos bebendo sua cervejinha dominical, alguns fazendo churrasco. Uma mistura de sons e ritmos: forró, funk, pagode, Roberto Carlos. Em qual lugar do mundo isso é possível? Lembro de um passeio que fiz nos anos 1990, também num domingo, pelas ruas de Veneza. Foi quando descobri como a música era importante no cotidiano das cidades brasileiras. Lá na Itália eu consegui andar horas seguidas sem ouvir uma música sequer. Em pleno domingo, nenhuma sonoridade escapava das casas, nada se ouvia nas ruas. Meus ouvidos estranharam aquele silêncio que me fez refletir sobre nossa musicalidade.</p>
<p>Na favela, a concentração de pessoas em espaços físicos exíguos, fruto de uma desigualdade social que se expressa também nos pedaços de terra e ar aos quais cada um tem direito, faz com que essa sonoridade exploda. Os sons musicais, somados aos roncos das motocicletas dos mototaxistas, vozes, panelas batendo ultrapassam as finas paredes e misturam casa e rua. Fico imaginado quando esses sons são substituídos pelos barulhos de tiros, por granadas explodindo e pelos estrondos provocados por toda a parafernália<br />feita pra moer gente.</p>
<p>No alto do morro, chegamos na casa do morador que íamos entrevistar, pai de um jovem MC que conheço, para um documentário sobre funk de um diretor italiano a quem tenho auxiliado nessa produção. Na casa modesta, que possui de eletrodomésticos apenas uma televisão e um ventilador, muito escura e úmida, de paredes tão finas e com frestas que nos permitiam ver a paisagem ouvimos muitas histórias. Aos 50 anos, nosso entrevistado vai trabalhar todos os dias 4h da manhã e só volta ao final do dia. Na sua rotina, sacos<br />de farinha carregados nas costas de 3 em 3, totalizando 75 quilos a cada viagem (são muitas durante o dia), vergando um corpo que mal passa dos 60 quilos. Trabalho incerto, ganho mais incerto ainda. Dinheiro dado aos filhos, às vezes não sobre pra comprar comida e aí é torrar farinha no óleo e ver televisão a noite toda, pois a fome não dá chance ao sono. Seu Francisco explica que a alta do preço dos alimentos dificultou ainda mais sua vida, pois a demanda por farinha diminuiu e ele tem tido menos trabalho, voltando pra casa muitos dias sem ganhar nem o dinheiro da passagem.</p>
<p>Seus fins-de-semana são dedicados a dormir, ver TV, tomar uma cachacinha se for possível. Descansar o corpo e anestesiar a mente pra agüentar uma rotina que até mesmo narrada é insuportável, transborda em lágrimas compartilhadas e escondidas nos olhos de cada um de nós ali presentes.</p>
<p>Na fala mansa, seu Francisco diz que a única coisa que atrapalha seu cotidiano de trabalho é quando tem tiroteio. Como sua casa é no alto do morro, nesses casos ele tem de correr e &quot;aí, vocês já sabe correu, aqui no morro, é bandido&quot;. Nessa frase está resumida a política de insegurança de nosso estado. Massacre cotidiano da população favelada. Vidas que não valem nada. A experiência diária do preconceito, da suspeição, da possibilidade de virar estatística a contar os milhares de mortos pela violência estatal nos<br />últimos 6 meses. Ameaça legalizada na figura do mandado de busca coletivo, mostrando que a fragilidade dos lares onde habita a pobreza não está só nas suas paredes reais, mas também nas fluidas barreiras simbólicas da criminalização dos pobres.</p>
<p>No aspecto mais perverso desse enredo, a aplicação da lógica selvagem do mercado entre iguais, mas concorrentes. Na disputa por partes pequenas de um grande lucro que vai para mãos legais, facções resguardam essas barreiras que os de cima querem intransponíveis. Na territorialidade real, alemão bom<br />é alemão morto, de preferência com tortura antes e esquartejamento depois.</p>
<p>Na descida, pensando sobre tudo que ouvimos, passamos por um pastor que pregava no meio da rua e que dizia: &quot;temos de nos unir e denunciar as dificuldades que passamos aqui&quot;. Sonhei de olhos abertos com um movimento de união das favelas, como se a música de Júnior e Leonardo estivesse na minha cabeça, capaz de produzir uma sociedade na qual jamais um favelado visse outro favelado, com quem compartilha experiências de vida e sofrimento, como alemão.</p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/07/07/uma-tarde-com-o-alemao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Aniversário da mais antiga equipe de HIP HOP do Rio.</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/07/03/aniversario-da-mais-antiga-equipe-de-hip-hop-do-rio/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/07/03/aniversario-da-mais-antiga-equipe-de-hip-hop-do-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 18:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/07/03/aniversario-da-mais-antiga-equipe-de-hip-hop-do-rio/</guid>
		<description><![CDATA[
Sexta-feira - 04 de Julho
Aniversário de 10 anos da FÚRIA HIP HOP sob o comando de DJ Marcelinho MG.
DJ&#8217;s Residentes: Marcelinho MG, LP, R-Jay, Tony.
Participações: DJ &#8216;A&#8217;(Viaduto de Madureira) - DJ Juan (Club Six)
Pré lançamento da Mix-Tape &#34;Poesia Marginal&#34; de MC Funkero.
Hora: 01:00
Local: FEBARJ - Av. Men de Sá, 37 - Lapa


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">
<p>Sexta-feira - 04 de Julho</p>
<p align="center">Aniversário de 10 anos da FÚRIA HIP HOP sob o comando de DJ Marcelinho MG.</p>
<p align="center">DJ&#8217;s Residentes: Marcelinho MG, LP, R-Jay, Tony.</p>
<p align="center">Participações: DJ &#8216;A&#8217;(Viaduto de Madureira) - DJ Juan (Club Six)</p>
<p align="center">Pré lançamento da Mix-Tape &quot;Poesia Marginal&quot; de MC Funkero.</p>
<p align="center">Hora: 01:00</p>
<p align="center">Local: FEBARJ - Av. Men de Sá, 37 - Lapa</p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/07/03/aniversario-da-mais-antiga-equipe-de-hip-hop-do-rio/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>FRASES DA SEMANA</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/06/29/frases-da-semana/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/06/29/frases-da-semana/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 21:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frase da semana]]></category>

		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/06/29/frases-da-semana/</guid>
		<description><![CDATA[&#34;Para discutirmos a violência, temos que discutir nosso modelo econômico&#34;
(Delegado Orlando Zacone)
&#34;Grande parte da população do Complexo do Alemão sobrevive com meio salário-mínimo, e vinte por cento com vinte e oito reais por mês. Resistir ao fascinío do tráfico com tais condições econômicas é quase impossível.&#34;
(João Tancredo - Adovogado - Presidente do Instituto de Defensores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Para discutirmos a violência, temos que discutir nosso modelo econômico&quot;</p>
<p><font color="#ff0000">(Delegado Orlando Zacone)</font></p>
<p>&quot;Grande parte da população do Complexo do Alemão sobrevive com meio salário-mínimo, e vinte por cento com vinte e oito reais por mês. Resistir ao fascinío do tráfico com tais condições econômicas é quase impossível.&quot;</p>
<p><font color="#ff0000">(João Tancredo - Adovogado - Presidente do Instituto de Defensores de Direitos Humanos)</font></p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/06/29/frases-da-semana/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>DEBATE SOBRE VIOLÊNCIA URBANA</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/06/27/debate-sobre-violencia-urbana/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/06/27/debate-sobre-violencia-urbana/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 17:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/06/27/debate-sobre-violencia-urbana/</guid>
		<description><![CDATA[Projeto MAHMI realizará nesse sábado, no Circo Voador, um debate sobre violência urbana.&#160; O projeto é uma articulação da cena alternativa cultural com responsabilidade social. O que se pretende nesse dia é que os jovens, através dos Movimentos Sociais, ONG&#8217;s e entidades representativas, participem ativamente da discussão, já que esses são os mais afetados pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Projeto MAHMI realizará nesse sábado, no Circo Voador, um debate sobre violência urbana.&nbsp; O projeto é uma articulação da cena alternativa cultural com responsabilidade social. O que se pretende nesse dia é que os jovens, através dos Movimentos Sociais, ONG&#8217;s e entidades representativas, participem ativamente da discussão, já que esses são os mais afetados pela violência. Na mediação do debate estará o músico Marcelo Yuca e entre os palestrantes Zaqueu Teixeira, especialista em segurança pública. O evento terá início ás dezessete horas. Após o debate acontecerão vários shows culminando com a participação especial de Marcelo D2.</p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/06/27/debate-sobre-violencia-urbana/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Lula receberá carta pedindo retirada imediata do Exército.</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/06/20/lula-recebera-carta-pedindo-retirada-imediata-do-exercito/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/06/20/lula-recebera-carta-pedindo-retirada-imediata-do-exercito/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 15:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/06/20/lula-recebera-carta-pedindo-retirada-imediata-do-exercito/</guid>
		<description><![CDATA[Diversas organizações se reuniram ontem na sede da associação de moradores da Providência para apoiar os familiares dos três jovens que foram seqüestrados pelo Exército e entregues a uma facção rival daquela comunidade para serem torturados e assassinados. O grupo estará apresentando uma carta aberta ao Presidente Lula, assinada por diversas entidades, pedindo a retirada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" align="justify"><span lang="PT-BR"><font size="3"><font face="Times New Roman">Diversas organizações se reuniram ontem na sede da associação de moradores da Providência para apoiar os familiares dos três jovens que foram seqüestrados pelo Exército e entregues a uma facção rival daquela comunidade para serem torturados e assassinados. O grupo estará apresentando uma carta aberta ao Presidente Lula, assinada por diversas entidades, pedindo a retirada total e imediata do Exército do morro da Providência. </font></font></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify" align="justify"><span lang="PT-BR"><font size="3"><font face="Times New Roman">&nbsp;</font></font></span><span lang="PT-BR"><font face="Times New Roman" size="3">O advogado dos familiares, João Tancredo, durante a sua fala afirmou ter tomado conhecimento que o Exército tem imposto à comunidade toque de recolher. Entre várias declarações de apoio e relatos emocionados, um chamou atenção de todos. Uma senhora da comunidade disse: “Não merecíamos isso&#8230; eles podem pegar o material de construção deles e irem embora daqui!” Outra moradora afirmou: “A violência é sempre a mesma, só muda a farda!”.</font></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify" align="justify"><span lang="PT-BR"><font size="3"><font face="Times New Roman">Mauricio Campos da Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência ressaltou a importância de manter a comunidade unida e mobilizada. Além das organizações de Direitos Humanos presentes, participaram do encontro diversos sindicatos de trabalhadores, entre eles SINDSPREV e Sindicato dos Bancários. </font></font></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify" align="justify"><span lang="PT-BR"><font size="3"><font face="Times New Roman">A Comissão de Direitos Humanos da ALERJ realizará uma audiência publica na segunda-feira para apurar o caso. O presidente da Comissão, deputado Alessandro Molon, esteve essa semana na comunidade para conversar com familiares e prestar solidariedade. Outros políticos têm subido a Providência para manifestar apoio, porém os familiares temem o uso eleitoral do fato ocorrido.</font></font></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify" align="justify"><span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: &quot;Times New Roman&quot;">Um senhor da comunidade que foi procurado por uma das mães no dia do seqüestro dos jovens para ajudar a encontrá-los, contou como foi o telefonema que deu para o celular de um dos rapazes: “Liguei para o celular e o cara que estava do outro lado colocou para eu ouvir os meninos sendo torturados, foi terrível!” Quando saímos da casa desse morador observamos cartazes colados nas paredes,&nbsp;confeccionados pelos próprios moradores, convocando a população para assistir no FANTÁSTICO desse domingo a história.</span></p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/06/20/lula-recebera-carta-pedindo-retirada-imediata-do-exercito/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Frase da semana</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/06/19/frase-da-semana/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/06/19/frase-da-semana/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 20:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frase da semana]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/06/19/frase-da-semana/</guid>
		<description><![CDATA[
&#34;Nas favelas, é urgente um novo conceito de segurança, que inclua a escola pública de qualidade, o atendimento digno nos postos de saúde, o primeiro emprego e o acesso à cultura.&#34;
(Marcelo Freixo - Deputado Estadual pelo PSOL - Presidente da CPI das Milícias)


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font size="3"><strong></strong></font></p>
<p align="center"><font size="3"><strong>&quot;Nas favelas, é urgente um novo conceito de segurança, que inclua a escola pública de qualidade, o atendimento digno nos postos de saúde, o primeiro emprego e o acesso à cultura.&quot;</strong></font></p>
<p align="center">(Marcelo Freixo - Deputado Estadual pelo PSOL - Presidente da CPI das Milícias)</p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/06/19/frase-da-semana/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Crônica de mortes anunciadas</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/06/18/cronica-de-mortes-anunciadas/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/06/18/cronica-de-mortes-anunciadas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 01:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/06/18/cronica-de-mortes-anunciadas/</guid>
		<description><![CDATA[
Por Adriana Facina*
Eu só imploro a igualdade pra viver, doutorNo meu BrasilQue o negro construiuEu só imploro a igualdade pra viver, doutorNo meu Brasil
A injustiça vem do asfalto pra favelaHá discriminação à veraChegam em cartão postalEm outdoor a burguesia nos revelaQue o pobre da favela tem instinto marginalE o meu povo quando desce pro trabalhoPede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
<p>Por Adriana Facina<strong><font color="#ff0000">*</font></strong></p>
<p>Eu só imploro a igualdade pra viver, doutor<br />No meu Brasil<br />Que o negro construiu<br />Eu só imploro a igualdade pra viver, doutor<br />No meu Brasil</p>
<p>A injustiça vem do asfalto pra favela<br />Há discriminação à vera<br />Chegam em cartão postal<br />Em outdoor a burguesia nos revela<br />Que o pobre da favela tem instinto marginal<br />E o meu povo quando desce pro trabalho<br />Pede a Deus que o proteja<br />Dessa gente ilegal, doutor<br />Que nos maltrata e que finge não saber<br />Que a guerra na favela é um problema social</p>
<p>Eu não sou marginal</p>
<p>Eu só imploro a igualdade pra viver, doutor<br />No meu Brasil<br />Que o negro construiu<br />Eu só imploro a igualdade pra viver, doutor<br />No meu Brasil</p>
<p>A injustiça tem o colarinho branco<br />Usa sapato e tamanco compra tudo que quiser<br />Tem limusine, avião, BMW<br />Compra sua imunidade só pra agir de má fé<br />Enquanto isso os favelados vão sofrendo<br />E por aqui vou escrevendo<br />E vou cantando a minha dor, doutor<br />Indignado com tanta corrupção<br />Que maltrata os inocentes e alivia o ladrão</p>
<p>Com o tal do mensalão</p>
<p>Eu só imploro a igualdade pra viver, doutor<br />No meu Brasil<br />Que o negro construiu<br />Eu só imploro a igualdade pra viver, doutor<br />No meu Brasil</p>
<p>(Rap da Igualdade, MC Dolores)</p>
<p>A bela letra do MC Dolores, artista negro, criado na favela da Rocinha, a maior da América Latina, foi a primeira coisa que me veio a mente quando comecei a ouvir as notícias do absurdo assassinato de Marcos Paulo da Silva Correia, de 17 anos, Wellington Gonzaga da Costa, de 19 anos, e David Wilson Florêncio da Silva, de 24 anos. Moradores do Morro da Providência, onde surgiu a primeira favela carioca e cenário de muitas histórias constitutivas da identidade urbana do Rio de Janeiro, as suas mortes foram o resultado de um projeto macabro que associa um pastor-político, o Exército e novas-velhas modalidades de criminalização da pobreza muito em voga em nossa cidade.</p>
<p>Os rapazes tinham o perfil sociológico de quem, em nossa sociedade brutalmente desigual, está marcado para morrer. Jovens, favelados, voltavam de um baile funk, principal divertimento da juventude pobre hoje. Não sei se eram negros, mas provavelmente usavam as roupas que a mídia ajudou a estigmatizar como figurino de bandido: bonés, bermudas ou calças jeans, camisetas, tênis. Alegres e temporariamente empoderados pelo batidão, se sentindo um pouco mais livres, comentando sobre as gatas do baile, corpos que se expressaram na dança potente, aliviando a pressão. No seu caminho, uma invasão cuja arbitrariedade já havia sido denunciada por movimentos sociais e pela mídia alternativa. Disfarçados pela farda, braços do estado, bandidos interromperam a alegria do fim de festa. Abusos, palavrões, tapas, armas apontadas. Em resposta, alguma reclamação, talvez mesmo alguma menção a direitos do cidadão, como o de ir e vir, quem sabe, algum mais indignado &quot;vai tomar no&#8230;&quot;.</p>
<p>Como todo mundo sabe, bandido não perdoa. Surge a sinistra idéia do mercado de carne humana. Celulares e tecnologia à disposição da selvageria. Pagos com dinheiro público. Transporte de corpos vivos. Tortura de corpos semi-vivos. Corpos mortos desfigurados no lixão. Mães chorando sobre cadáveres confundidos com os restos da sociedade de consumo, como a lembrar aos moradores da Provi e a todos os favelados do Rio de Janeiro que eles são o lixo da nossa sociedade.</p>
<p>Indignação no cemitério. Protestos nas ruas. E mais repressão. Nas manchetes dos jornais da mídia cúmplice, que legitima os inseticidas sociais propagados pelas forças de insegurança pública, o protesto e a indignação viram ações de marginais: &quot;tráfico fecha comércio&quot;, &quot;tráfico quer Exército fora do morro da Providência&quot;. Covardemente, acabam por legitimar a criminalização e a repressão implacável do povo favelado. Consumado oassassinato de fato, a chacina simbólica continua em forma de &quot;notícia&quot;.</p>
<p>Presos os 11 militares responsáveis diretos pelo crime, as autoridades vêm a público prometer justiça. No entanto, sabemos que aqueles que realmente criaram essa situação estão protegidos. Quem vai responder pelo envio do Exército para atuar fora de suas funções nessa comunidade? Quem clamou por essa solução de sitiar toda uma população sob suspeita simplesmente pelo fato de ser pobre? Quais são as autoridades públicas, as empresas e os setores da sociedade civil que têm as mãos manchadas de sangue ao irresponsavelmente elaborar, executar, apoiar e legitimar uma política de extermínio de pobres em nosso estado?</p>
<p>A dificuldade em achar imagens dos jovens mortos na imprensa contrasta com a superexposição das fotos dos envolvidos no &quot;caso Isabela&quot;, mostrando claramente que a desigualdade na cobertura e na indignação midiática corresponde a uma espécie de bolsa de valores da vida humana, na qual as ações das vidas de gente como Marcos, Wellington e David valem muito pouco. E nessa lógica, é justamente o poder público que as mantém em baixa.</p>
<p>Em meio à dor, ao sofrimento, ao abandono, à revolta, confrontados com a solene indiferença dos que não se reconhecem como iguais a esses seres humanos, só resta o pedido à providência divina, que não é a do Crivella: proteção contra essa gente ilegal, doutor.</p>
<p align="justify"><strong><font color="#ff0000">*</font>Adriana Facina é antropóloga, professora do Departamento de História da UFF, membro do </strong><a href="http://oicult.blogspot.com/" target="_blank"><u><strong>Observatório da Indústria Cultural</strong></u></a><strong> e autora dos livros <em>Santos e canalhas: uma análise antropológica da obra de Nelson Rodrigues</em> (Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2004) e <em>Literatura e sociedade</em> (Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2004).</strong></p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/06/18/cronica-de-mortes-anunciadas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>ADEUS A JAMELÃO</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/06/15/adeus-a-jamelao/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/06/15/adeus-a-jamelao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 20:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/06/15/adeus-a-jamelao/</guid>
		<description><![CDATA[Por Eliane Martins*
Os discos eram de vinil, em várias rotações, pesavam, quebravam e papai ficava zangado com qualquer arranhão. Eu passava as tardes de banho tomado na sala da antiga casa, ouvindo e aprendendo velhas e populares canções: do brega ao chique, cantava de cor qualquer modinha, especialmente o refrão. Da morte de Pixinguinha, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000099">Por Eliane Martins</font><font color="#ff0000">*</font></p>
<p align="justify">Os discos eram de vinil, em várias rotações, pesavam, quebravam e papai ficava zangado com qualquer arranhão. Eu passava as tardes de banho tomado na sala da antiga casa, ouvindo e aprendendo velhas e populares canções: do brega ao chique, cantava de cor qualquer modinha, especialmente o refrão. Da morte de Pixinguinha, da tristeza de papai e dos discos conservados em homenagem àquele que compôs a mais ouvida das melodias do seu tempo, guardo as notas antigas misturadas às tardes raras, iluminadas pela poesia que escorria dos porões. </p>
<p align="justify">As músicas vinham do morro e isto a gente aprendia de travessão. O morro, lugar de vagabundo, de malandro negro safado, era assim que se dizia naquele tempo em que as palavras eram curtas e o medo tomava conta das mentes empobrecidas de informação. Enquanto a poesia brotava e obrigava as casas a abrirem suas portas e janelas praquela euforia de vozes e instrumentos, eu ia gravando os rostos, os nomes&#8230; e entre um deles estava Jamelão. Nome da arvore da infância, que a gente subia pra ver a paisagem do alto e contemplar a sujeira do chão. Ou balançar no balanço pendurado em um de seus galhos fortes. Ou simplesmente desfrutar de sua sombra e apreciar seu fruto estranho, cuja arrebentação se misturava ao colorido da terra, numa estranha e permanente visão. </p>
<p align="justify">Jamelão, um negro do morro, morre aos 95 anos e eu fui dar o último adeus à minha memória, escondida em tantas vozes e cores de antigamente. Pela primeira vez visitei uma favela, comi sardinha frita trazida do alto, cerveja Skol de garrafa a 2,50, música pra todos os gostos, gente passeando na rua, criança fazendo aniversário, bolo no meio da praça, barulho de tiro. Não liga não,&nbsp;é normal, aqui você se acostuma. Fica tranqüila, dizia o meu anfitrião. </p>
<p align="justify">A quadra da Mangueira estava repleta de carros do lado de fora, na porta os caminhões e muitos jornalistas de plantão. Gente dando entrevista, a viúva recepcionando os convidados, o neto elegantemente vestido ao lado do caixão. Orgulho de avô, pensei, fica guardado como uma fotografia de recordação. Um velho que de terno azul marinho e blusa rosa por baixo, chapéu de palha com fita rosa, chegou acompanhado da esposa e da filha, olhou o amigo no caixão de depois se sentou em um canto da quadra. </p>
<p align="justify">A viúva, com seu mesmo turbante rosa, sua blusa rosa choque e sua calça verde arregalado, recebia os convidados e dava entrevista pra televisão. Seu rosto de traços fortes misturado à uma elegância natural, davam-lhe uma beleza calculada e preenchida com uma vida diferente das demais. As mulheres naquele lugar são iguais às outras, mas bebem muito mais cerveja e andam pelas ruas sozinhas, participam das rodas de discussão. Essa era a fantasia que permeava o meu olhar curioso, cheio de elucubrações. </p>
<p align="justify">Meu amigo me perguntava se estava tudo bem e eu achando desnecessária a pergunta, respondia sempre com uma afirmação. Não foi diferente a vida que eu vivi na minha infância, em casas que eram construídas em frente a enormes valões. Não me assusto com as diferenças, com os becos escuros, com modos e aparências distintas. Ser esquisito pode ser o começo da revolução, pensava enquanto lutava contra as esquisitices que me ensinaram durante a vida e que não combinam com a realidade por alguma outra razão. </p>
<p align="justify">A razão que explica a desigualdade, o preconceito e a desinformação foi vivida em forma de deboche por Jamelão. Com seu elastiquinho pendurado na mão, reclamando de cachê pra pagar a conta da luz, viveu sua fama de pão duro que tem ojeriza à escravidão. Lamentou repetidas vezes não ser reconhecido e bem pago, como um dos maiores intérpretes da sua época. Sua morte é anunciada hoje em todos os jornais do mundo, enquanto a favela continua fabricando frutas doces, de cor preta e sabor ácido. Eles nascem, crescem e morrem tingindo as calçadas do mundo com suas cores berrantes, suas vozes, suas canções. Nos ensinando que a diferença produz poesia e aproximação, enquanto a desigualdade continua manchando indiscriminadamente o nosso chão. </p>
<p align="justify"><font color="#ff0000">*Psicanalista</font></p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/06/15/adeus-a-jamelao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>I Fórum de Mídia Livre</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/06/10/i-forum-de-midia-livre/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/06/10/i-forum-de-midia-livre/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 15:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/06/10/i-forum-de-midia-livre/</guid>
		<description><![CDATA[



&#160;



&#160;



Estão abertas as inscrições para o I Fórum de Mídia Livre, que ocorrerá no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de junho. O Fórum é resultado da iniciativa de jornalistas, acadêmicos, estudantes e ativistas ligados ao debate sobre o tema da democratização da comunicação. 
Segundo os organizadores, a idéia surgiu a partir de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="5" width="585" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="texto" valign="top" align="left">
<p class="texto-titulo" align="justify">&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<p align="justify">&nbsp;</p>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><span class="texto"></p>
<p align="justify">Estão abertas as inscrições para o I Fórum de Mídia Livre, que ocorrerá no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de junho. O Fórum é resultado da iniciativa de jornalistas, acadêmicos, estudantes e ativistas ligados ao debate sobre o tema da democratização da comunicação. </p>
<p align="justify">Segundo os organizadores, a idéia surgiu a partir de um encontro que mobilizou 42 jornalistas, estudantes, professores ou pessoas atuantes na área das comunicações, em São Paulo. A iniciativa teve prosseguimento com uma reunião em Porto Alegre, na ABI, no Rio de Janeiro e também em Belém, Fortaleza, Recife e Aracaju. </p>
<p align="justify">O encontro pretende ser um espaço para aprofundar as discussões já iniciadas nos encontros que ocorreram anteriormente. Entre os principais temas figuram o avanço do movimento por uma comunicação alternativa e as demandas do setor junto ao poder público, como a distribuição de verbas e garantia de espaços para exibição.</p>
<p align="justify">O I Fórum de Mídia Livre sera realiazado no campus da UFRJ da Praia Vermelha, no Auditório Pedro Calmon. As inscrições que custam R$ 15 para o público em geral e R$ 5 para estudantes, podem ser feitas no <a href="http://forumdemidialivre.blogspot.com/" target="_blank"><strong>blog do Fórum</strong></a> </p>
<p><strong>I Fórum de Mídia Livre</strong><br />14 e 15 de junho de 2008, das 9h às 16h<br />Escola de Comunicação da UFRJ - Auditório Pedro Calmon <br />Palácio Universitário da Praia Vermelha<br />Av. Pasteur, 250 / 2º andar<br />Urca - RJ (esquina com Av. Venceslau Brás)</p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/06/10/i-forum-de-midia-livre/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Debate sobre o documentário HIATO:</title>
		<link>http://www.anf.org.br/2008/06/08/debate-sobre-o-documentario-hiato/</link>
		<comments>http://www.anf.org.br/2008/06/08/debate-sobre-o-documentario-hiato/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 19:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ativismo Social]]></category>

		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anf.org.br/2008/06/08/debate-sobre-o-documentario-hiato/</guid>
		<description><![CDATA[&#160;
Exibição e debate sobre HIATO: de Vladimir Seixas 
Após a exibição DEBATE com participantes do ato do Rio Sul.
Local: ICHF/UFF – Campus do Gragoatá – Bloco O – Sala 516Terça - 10 de junho de 2008&#160;Hora: 18h
HIATO:
O documentário traz uma reflexão sobre o abismo entre as classes&#160;socias do nosso país e, sobretudo, a forma como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Exibição e debate sobre HIATO: de Vladimir Seixas</strong> </p>
<p>Após a exibição DEBATE com participantes do ato do Rio Sul.</p>
<p>Local: ICHF/UFF – Campus do Gragoatá – Bloco O – Sala 516<br />Terça - 10 de junho de 2008&nbsp;<br />Hora: 18h</p>
<p><strong>HIATO:</strong></p>
<p>O documentário traz uma reflexão sobre o abismo entre as classes&nbsp;socias do nosso país e, sobretudo, a forma como se relacionam.&nbsp;São aproximadamente&nbsp;vinte minutos, apresentando uma cobertura sobre o passeio ao shopping rio sul, ocorrido em 3 de agosto de 2000, com ampla cobertura pela mídia nacional e internacional. Ocasião em que&nbsp;movimentos sociais se organizaram para uma visita ao famoso shopping da zona sul da&nbsp;cidade e sofreram forte repressão policial. O filme conta ainda com depoimentos atuais de&nbsp; convidados, entre eles, profissionais de Comunição Social e partipantes do ato.</p>

<!-- Use Functions: permission denied -->
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.anf.org.br/2008/06/08/debate-sobre-o-documentario-hiato/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
