Archive for the ‘Funk’ Category
quarta-feira, julho 20th, 2011
A Light esclarece que o “bueiro” que explodiu esta madrugada pertence à Rio-Luz – uma empresa municipal – e não à Light.
A realidade é que das múltiplas ocorrências registradas pela imprensa nos últimos meses, em quatro casos a causa foi exclusivamente elétrica. Em todos os demais ocorreram explosões por conta da infiltração de gás em instalações da própria Light ou de outras concessionárias.
A Light está recuperando suas instalações subterrâneas, reconhecidamente muito antigas, por meio da execução de um programa emergencial, que começou em junho de 2010 e que será concluído em dezembro de 2011. Adicionalmente, o Conselho de Administração autorizou a priorização de investimentos na rede subterrânea para o biênio 2012 e 2013.
Porém, nada disso resolverá o problema caso bolsões de gás continuem a existir no subsolo do Rio de Janeiro. Nesse sentido, é correta a iniciativa da Prefeitura de contratar uma empresa para monitorar bueiros (não apenas os da Light!) para a identificação preventiva de vazamentos de gás. A Light dará todo o apoio a essa iniciativa.
Fonte: Assessoria de comunicação da LIGHT
Tags: bueiro voador, LIGHT, Prefeitura do Rio de Janeiro
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terça-feira, julho 19th, 2011
Ritmo E Poesia – REP
O nosso rap!
Antes de tudo quero agradecer a ANF pela oportunidade oferecida à troca entre os poetas “do asfalto” e os “da favela”. Riquíssimo!
Quinta passada, dia 14, começamos o REP na Favela do Jacarezinho. Foi lindo!
Encontrei o André Fernandes no Centro à tarde e partimos para o Arará onde nos aguardava o parceiro Careca. O processo da produção já vinha vindo pelo mundo das idéias, mas ali no Arará foi que se iniciou na prática. Agilmente Careca juntou todo o material que tinha disponível, desenrolou o transporte de kombi e partimos para o Jacarezinho. Careca mandou bem demais como dj, som de qualidade!
A fala se desenvolve com ritmo e é um veículo para nossas intenções fluírem.
A fala pode dizer o que pretende tanto sobre uma base rítmica ou sobre o seu próprio ritmo. Ritmo E Poesia.
A boa aqui é a troca de experiências entre os artistas(a diversidade) e a concentração da energia artística(a diversão).
E foi mesmo muito divertido! Microfone Aberto para a livre expansão do pensamento!
Rumba se fez presente e protestou contra a ascensão religiosa na favela e conseqüente desvalorização da expressão individual cultural e artística. Enquanto Cuíca, à mesa, discorria no que sabe muito: samba. Dois poetas paulistas apaixonados por samba estavam lá sugando as informações dos mestres. Caco Pontes disse poemas e Giovani Baffô -da quebrada paulistana- disse um outro ótimo: “Em casa de menino de rua, o último a dormir apaga a lua.” E sob uma grande lua inspiradora de uivos e aplausos, o REP teve início na Favela do Jacarezinho.
O favelado não espera muito das autoridades públicas, eles sabem que se não fizerem por eles mesmos a coisa não anda. Nesse sentido, o povo da favela já perdeu a inocência que nós do asfalto ainda mantemos. Eles lá produzem os seus meios de vida, de dentro para fora, constroem o que o governo finge que não vê; ou quando a coisa explode(e aí não podem fingir), tratam como patologia social.
Esse foi o grande aprendizado desse dia incrível que passamos. A ANF faz, não espera. O Dj Careca fez! Não esperou ninguém; tomou a dianteira, juntou o máximo do mínimo em equipamentos no Arará e construímos o REP no Jacarezinho.
Quem traz a paz não é polícia, é a Arte! A Cultura Popular brota dos guetos!
Nossa boca não vai se calar!
De 15 em 15 dias (quinta-sim/ quinta-não) o REP gritará de dentro pro lado de fora do Jacarezinho. Todos são convidados especiais. O espaço é livre e nosso! Próximo REP dia 28 – quinta feira. E um poeminha merece…
Os Lados da Favela
Favela não tem lado nem borda
Favela é dentro do lado de fora
Rompe muros e obstáculos naturais
Favela é mais…
De dentro pro lado de fora a favela transborda.
Conquista da montanha
da baixada
do beco
da cidade
da cultura
do nosso lugar.
Que nasce de dentro pro lado de fora.
Tags: Arará, Caco Pontes, Careca, Cuíca, Dudu Pererê, Giovani Baffô, Jacarezinho, REP, Ritmo E Poesia, Rumba
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quarta-feira, julho 13th, 2011

Há algum tempo que venho conversando com o Dudu Pererê, do grupo de poesia Ratos di Versos, sobre a possibilidade de fazermos algo na favela. Foi então que ele teve a idéia do REP – Ritmo E Poesia. Unirmos os poetas de vários lugares do Rio de Janeiro com o pessoal que faz poesia na favela, ou seja, o pessoal do Funk e do Hip Hop. Há alguns dias atrás levei Dudu ao Jacarezinho e marcamos a data para dia 14 de julho, hoje, às 18h. O evento acontecerá na Praça da Concórdia, número 10, onde a ANF tem sua sede. É uma boa oportunidade para aqueles que ainda não conhecem chegarem. O som, vai ficar por conta do Marcelinho MG, da Fúria Hip Hop. O Careca, do Arará estará presente e o comando local estará com o Rumba Gabriel, que é da nossa Secretaria Executiva e uma das principais lideranças da favela. É só chegar…
Tags: Arará, Careca, Dudu Pererê, Jacarezinho, Marcelinho MG, REP, Rumba Gabriel
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quarta-feira, junho 29th, 2011
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as irregularidades no Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais (ECAD), presidida pelo deputado André Lazaroni (PMDB), irá realizar uma audiência nesta quinta-feira (30/06), às 14h30, na sala 316 do Palácio Tiradentes, para discutir os critérios de arrecadação dos direitos autorais. A CPI irá ouvir o presidente da Associação dos Proprietários de Academias de Ginástica do Rio de Janeiro, Ricardo Abreu, e o advogado Ricardo Liwicki. “Na qualidade de sujeito passivo da relação com o Ecad, o presidente desta associação poderá expor os problemas da arrecadação do ponto de vista de quem é cobrado. A tabela de cobrança vigente determina que as academias devem pagar 1 Unidade de Direito Autoral (UDA) para cada 10 metros quadrados de área sonorizada. Hoje uma UDA deve estar valendo aproximadamente R$ 40”, afirma o presidente da comissão.
Fonte: Assessoria de Comunicação da ALERJ
Tags: ALERJ, André Lazaroni, CPI, ECAD, PMDB, Ricardo Abreu, Ricardo Liwicki, UDA, Unidade de Direito Autoral
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terça-feira, junho 28th, 2011
BRASÍLIA – O Senado instalou nesta terça-feira a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades no pagamento de direitos autorais pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). Após um acordo com o governo, que tem maioria na comissão, o senador de oposição Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) foi eleito para presidi-la, tendo como vice Ciro Nogueira (PP-PI), da base aliada ao Planalto. Os governistas também ficarão com a relatoria, principal função, dada a Lindberg Farias (PT-RJ). Caberá a ele elaborar o relatório final das investigações, com eventuais recomendações de mudanças na legislação e apurações de responsabilidades. Criada após denúncias publicadas pelo GLOBO, a CPI é a primeira a ser instalada no governo Dilma Rousseff.
Na terça-feira que vem, os senadores voltam a se reunir para aprovar um cronograma e discutir as primeiras medidas da CPI. Inicialmente, um dos objetivos é convocar os envolvidos em casos já conhecidos, como o do motorista Milton Coitinho dos Santos, que recebeu R$ 127,8 mil do Ecad por trilhas sonoras que não compôs. Outras pessoas devem ser ouvidas sobre o pagamento de direitos autorais a uma entidade descredenciada pelo escritório e a uma família de Belo Horizonte que, na prática, não era autora de músicas. A CPI deve ainda realizar audiências públicas para ouvir a comunidade artística nas cinco regiões do país, começando pelo Rio de Janeiro ou Brasília.
O senador Randolfe Rodrigues disse ser inevitável a quebra de sigilos do Ecad, para levantar quanto e para quem têm sido destinado o dinheiro. E pretende propor a criação de um órgão para fiscalizá-lo. O escritório é uma entidade de direito privado, administrado por nove associações da classe artística. Embora não o comande diretamente, o governo é responsável pela política de direitos autorais do país e teme que as investigações resvalem na ministra da Cultura, Ana de Hollanda, tida como uma “ecadista”, decidida a manter o modelo atual de pagamento de direitos autorais.
Dos nove integrantes já indicados para a CPI, só Randolfe e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) são da oposição. O PSDB tem direito a mais uma cadeira, assim como o PMDB, da base aliada. Segundo uma fonte do Planalto, o governo já avisou a Lindberg que qualquer desgaste provocado pela CPI será debitado em sua conta.
- Não houve qualquer solicitação do governo. Temos o compromisso de ir a fundo – sustentou o petista, após a instalação da CPI.
Randolfe foi eleito por aclamação, já que nenhum outro senador se apresentou formalmente como candidato à presidência. Ele aposta nas audiências públicas para dar visibilidade aos trabalhos e evitar a asfixia das investigações no Senado:
- O governo tinha maioria na CPI do impeachment do ex-presidente Collor. CPI você sabe como começa, mas nunca como acaba.
Fonte: Oglobo
Tags: Ana de Hollanda, CPI do ECAD, DEM, Lindberg, PMDB, PSDB, PT, Senado
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segunda-feira, junho 27th, 2011
O ECAD enviou uma nota à ANF, sobre a manifestação que a FURACÃO 2000, do empresário Rômulo Costa, realizou dando origem à CPI da ALERJ. Na nota o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) esclarece que, nos últimos cinco anos, artistas deste segmento receberam cerca de R$ 3,5 milhões de direitos autorais. A lista de contemplados é composta por mais de 70 autores e intérpretes que fazem parte do sistema de gestão coletiva. Entre eles, Mc Buchecha, Mc Sapão, Mc Creu, Taty Quebra Barraco, Mr. Catra, Mc Serginho, Priscila Noceti, Mc Marcelly, entre muitos outros. A nota afirma que Rômulo Costa não paga ao ECAD pelos eventos que realiza. Ao saber do conteúdo da declaração, o empresário enviou a seguinte réplica:
Quando questionei a “caixa preta” do Ecad, não tive intenção de apenas polemizar. Minha crítica é objetiva. As denúncias que saíram na imprensa contra o órgão arrecadador e distribuidor de direitos autorais no Brasil não são quimeras. Há irregularidades, e são muito graves. A “caixa preta” precisa ser aberta, repito, seja através de CPIs, como as que foram instaladas no Senado e na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, ou através de debates públicos, amplos e democráticos. O que importa é que haja investigação séria e profunda. Quando citei no meu artigo que a situação incomoda aos autores de funk, disse, com todas as letras, que muitos “se sentem permanentemente lesados por receber nada ou quase nada de seus direitos”. Isto, também, é fato inquestionável. Não adianta o Ecad vir a público para explicar que este ou aquele MC do funk recebeu direito autoral. A questão ainda não respondida é: por que muitos MCs continuam sem receber nada e os que recebem, recebem tão pouco? Quanto à crítica que me devolvem, para confundir o leitor, alegando que a Furacão 2000 é quem deveria pagar, deixa-me esclarecer. O Ecad sabe muito bem – e como sabe! – que o responsável pelo pagamento da retribuição autoral é o promotor/organizador do evento. E, sabe também, que quem promove e organiza baile funk é clube e casa de show. Tanto sabe, que arrecada de muitos clubes e casas de show. Enfim, as questões levantadas continuam sem respostas. Só nos cabe agora aguardar o desenrolar das CPIs, e torcer para abrir definitivamente a “caixa preta”.
(Rômulo Costa, fundador da Furacão 2000)
Tags: ALERJ, CPI do ECAD, ECAD, Furacão 2000, Mc Buchecha, MC Créu, Mc Marcelly, Mc Sapão, Mc Serginho, Mr. Catra, Priscila Noceti, Rômulo Costa, Senado, Taty Quebra Barraco
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quinta-feira, junho 16th, 2011
Desde que se cogitou em criar uma CPI para investigação do ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) a ANF começou a ouvir músicos, produtores e organizadores de eventos para entender porque o orgão necessitava de uma investigação. A decisão de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito se deu depois que artistas do Funk, apoiados pelo empresário Rômulo Costa, fizeram uma manifestação na porta do prédio onde se localiza o escritório do ECAD no Rio de Janeiro.
O compositor e produtor Bil Rait Queiroga Júnior, 34 anos, questionado sobre o orgão, afirma: “todo mundo que já trabalhou com eventos já pagou o ECAD.” Bil Rait se mostrou bastante indignado com a maneira que eles trabalham: “Eles calculam mais ou menos quantas pessoas vão no evento e cobram um valor “x” e não mandam alguém para fiscalizar que músicas são tocadas, ou seja, como sabem para quem distribuir o valor arrecadado?” Outro produtor, Rafael Massoto, lembrou que Bezerra da Silva já criticava o orgão e alterava as letras da sigla para CADÊ, cadê o meu dinheiro? Massoto diz que tem músicas de artistas que produz executadas em rádios, que de acordo com ele, os artistas nunca receberam nada. “Eles usam o dedômetro para escolher quem ganha, funciona para uns e não funciona para outros”, reclama.
Hoje o deputado estadual André Lazaroni (PMDB), presidente da CPI que investiga irregularidades no ECAD ouvirá o compositor Tim Rescala, às 15h, na primeira agenda da Comissão. A audiência será na sala 311 do prédio do Palácio Tiradentes, na ALERJ. Lazaroni disse que a comissão quer saber como são feitas as arrecadações dos direitos autorais e quais os critérios utilizados para o repasse. “Vamos aprofundar o debate para receber mais informações sobre a entidade. Queremos defender os interesses e direitos dos artistas. Saber se houve fraude ou má-gerência”, disse o deputado, que pretende criar um serviço telefônico para receber informações que possam auxiliar na apuração das denúncias, desde a fundação de ECAD até os dias de hoje.
O motivo da convocação de Tim Rescala é que ele participou também da CPI do ECAD promovida pela Assembléia Legislativa de São Paulo, se prontificando agora a contribuir com a do Rio de Janeiro. “Posso também fornecer textos dando conta de como o orgão realmente funciona. Nun deles, chamado o Jabá “Latu Sensu”, cito trechos das ATAS de assembléias, onde uma sociedade acusa a outra de ilícito criminal. Há uso de créditos retidos para pagar deficits, acordos para pagamento de percentuais aos diretores em vitórias judiciais, maquiagem de balanços e por aí vai. O que o ECAD teme é a fiscalização, ao contrário de todas as outra entidades de gestão coletiva, que convivem com ela muito bem. Se o ECAD age corretamente, por quê então tem tando medo de ser fiscalizado?”, questiona Tim Rescala.
Tags: ALERJ, André Lazxaroni, Bil Rait Queiroga Júnior, ECAD, Rafael Massoto, Tim Rescala
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quarta-feira, junho 15th, 2011
Rômulo Costa*
Rio – A descoberta da maior fraude já registrada no sistema de distribuição de direitos autorais no Brasil fez acender a luz vermelha no Ecad (Escritório de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais). A necessidade urgente agora é de abrir a caixa-preta em que se transformou a arrecadação e partilha de direito autoral, que, no ano passado, arrecadou nada menos do que R$ 433 milhões, distribuiu R$ 346 milhões aos artistas, e, portanto, reteve R$ 87 milhões.
Descontroles administrativos e golpes, como o de uma família de São Paulo, que, com ajuda de funcionários do Ecad, tentou fraudar o sistema; ou o do falso compositor que recebeu cerca de R$ 130 mil em direitos de trilhas sonoras para cinema, que se referiam na verdade a obras de Caetano Veloso e outros compositores, podem ser apenas a ponta de um iceberg.
Se a situação atual incomoda artistas e intelectuais consagrados, imagine os mais humildes, que se sentem permanentemente lesados por receber nada ou quase nada de seus direitos. Os MCs de funk são um bom exemplo. Entre as 20 primeiras músicas (nacionais e estrangeiras) mais tocadas no Rio de Janeiro, oito são de funk. Até nos grandes shows ao vivo de monstros sagrados da música nacional, como Ivete Sangalo, Claudia Leitte, grupos de pagode, como o Exaltasamba, só para citar alguns, tocam funk. Como é que um segmento musical dos mais populares do País não é contemplado proporcionalmente na hora da divisão do bolo?
Todos sabem a dureza desses jovens para serem reconhecidos como artistas. A luta pelos direitos individuais dos funkeiros não está descolada da luta coletiva pela transparência e democratização do Ecad. Acreditamos que o interesse por investigação séria e profunda seja de todos.
Que seja através de investigações de CPIs, como as que já foram aprovadas no Senado e na Assembleia Legislativa do Rio, ou através de debates públicos e democráticos, com ampla participação dos segmentos envolvidos. Que se ouçam as vozes de todos, do Caetano Veloso ao MC Chatinho (este, apesar de muitas músicas de sucesso, nunca recebeu dinheiro do Ecad). Afinal, cada qual tem direito ao seu quinhão. Que seja justo e honesto.
*Produtor de funk, fundador da equipe Furacão 2000
Fonte: O DIA on line
Tags: Caetano Veloso, Claudia Leite, CPI do ECAD, ECAD, Exaltasamba, grupos de pagode, Ivete Sangalo, MC Chatinho, MCs, Rômulo Costa
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quarta-feira, junho 8th, 2011
Foi instalada nesta terça-feira (07/06), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que irá investigar e apurar fraudes no repasse de direitos autorais para os artistas no Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). A reunião aconteceu na sala 316 do Palácio Tiradentes. A CPI, criada pelo deputado André Lazaroni (PMDB), pretende criar um serviço telefônico para receber informações que possam auxiliar na apuração das fraudes, desde a fundação do Ecad até os dias de hoje. “Esta CPI não é contra o Ecad, e sim a favor dos artistas que têm o direito de receber. Como pode esta entidade arrecadar mais de R$ 400 milhões por ano e não repassar quase nada para os artistas?”, questiona André Lazaroni. A CPI terá prazo de 90 dias de funcionamento, podendo este período ser prorrogado. São membros da comissão os deputados André Ceciliano (PT); Átila Nunes (PSL); Samuquinha (PR); Gustavo Tutuca (PSB); Bernardo Rossi (PMDB) e Edson Albertassi (PMDB).
Fonte: Assessoria de Comunicação da ALERJ
Tags: ALERJ, André Ceciliano, André Lazaroni, Átila Nunes, Bernado Rossi, CPI ECAD, Edson Albertassi, Gustavo Tutuca, Samuquinha
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terça-feira, junho 7th, 2011
O empresário e produtor cultural Rômulo Costa, recebeu ontem a mais importante honraria da Cidade Maravilhosa, a Medalha Pedro Ernesto, que foi concedida por Marcelo Arar, que também é conhecido como um dos maiores organizadores de festa da cidade. A cerimônica começou bem atrasada, porém os que lá estavam não arredaram o pé. O homenageado da noite estava presente com sua esposa Priscila Nocetti e seu filho Jonatham Costa.

- Vereador Marcelo Arar, Rômulo Costa, Priscila Nocetti e seu filho Jonatham
Entre os presentes, vários amigos de longos anos de jornada, MCs, DJs e produtores. Um dos mais antigos MCs do funk Carioca, Geléia, chegou cedo e disse que não poderia perder uma justa homenagem ao Rômulo, que incentivou e ajudou tantas pessoas. Também estava presente o advogado Carlos Bruce batista, que foi subsecretário de cultura de Belford Roxo, trabalhando junto com o homenageado.

Tags: Carlos Bruce Batista, Jonatham Costa, Marcelo Arar, MC Geléia, Medalha Pedro Ernesto, Priscila Nocetti, Rômulo Costa
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