Archive for the ‘Cultura’ Category

FEIJOADA NOS PRAZERES

quarta-feira, dezembro 8th, 2010

Acontecerá neste domingo, dia 12, a partir do meio dia, no morro dos Prazeres, em Santa Teresa, uma feijoada de confraternização de fim de ano. De acordo com Flávio Minervino, presidente da CAMFAST, “a feijoada tem hora pra começar, mas não tem hora pra acabar”. O evento acontecerá no Campo da Colina e  contará com uma roda de samba composta de pessoas da própria comunidade. A vista do local é maravilhosa, garante Minervino.

Os ingressos antecipados (dez reais) poderão ser adquiridos com Flávio, da CAMFAST – Centro de Apoio à Moradores de Favelas de Santa Teresa, através do telefone 21-8196-7369. Também poderão ser adquiridos lá mesmo, pelo valor de quinze reais. A entrada da comunidade fica na Rua Almirante Alexandrino, 3.780.

TROCANDO O DISCO

segunda-feira, dezembro 6th, 2010
*Carlos Bruce Batista

Desde o número “0” do jornal A VOZ DA FAVELA viemos escrevendo sobre funk.

Escrevemos sobre o momento em que o funk restou reconhecido como cultura pelo Estado, sobre o episódio em que alguns MC´s foram indiciados pela polícia por cantarem suposta apologia ao crime, um pouco da trajetória do funk e por fim como surgiram os primeiros bailes black no Rio de Janeiro.

De lá pra cá o funk foi reconhecido através de lei estadual como movimento cultural de caráter popular, foi recepcionado nas favelas “pacificadas” e se tornou símbolo da “integração” do Governo Estadual com o povo favelado.

É, acho que está na hora de trocar o disco!

Dentre os vários assuntos que me vêm à cabeça, talvez o que me chame mais a atenção seja o entusiasmo da mídia comercial pelas UPP´s (Unidade de Polícia Pacificadora).

O Governo do Estado e a grande mídia vêm desenvolvendo uma enorme campanha publicitária pelo reconhecimento das UPP´s como a salvação das políticas de segurança pública para o Rio de Janeiro.

Invariavelmente lemos nos principais jornais cariocas notícias de enaltecimentos à invasão policial,  reiterando o caráter “pacificador” das tais UPP´s.

Porém a suposta pacificação nas comunidades invadidas pela polícia, na prática, parece não condizer com o que se anuncia incansavelmente nos jornais, revistas, rádios e televisão.

Muitos reclamavam, e com razão, das armas expostas pelos “terríveis” e “organizados” “traficantes” de drogas nas comunidades dominadas pelo “medo”.

Nas atuais comunidades “pacificadas”, onde tudo parece estar resolvido, seus moradores ainda são obrigados a conviver com estas mesmas armas na portas de suas casas, desta vez expostas pela polícia.

Nas atuais comunidades “pacificadas”, seus moradores são tratados como suspeitos e submetidos a todo tipo de arbitrariedade.

Apesar das dificuldades ao acesso dessas informações, pelo menos dois casos se fizeram conhecidos e noticiados pela grande mídia.

O primeiro se deu no Morro Santa Marta.

De acordo com o rapper Fiel, na madrugada do dia 21 de novembro do ano passado, enquanto ele realizava uma festa no bar de seu sogro, alguns policiais da UPP invadiram o local desligando o som e em seguida detendo-o e agredindo-o.

Ainda segundo Fiel o motivo teria sido a suposta quebra do limite de horário de funcionamento do som.

O segundo caso aconteceu na Cidade de Deus.

De acordo com o cineasta Rodrigo Falha, na noite de 15 de maio deste ano, na véspera de seu embarque para o festival de Cannes na França – onde esteve representando o filme 5xFavela -  teria sido humilhado por policiais da UPP, sendo obrigado a ficar em trajes íntimos perante outros moradores da comunidade.

Se não fosse a representatividade do rapper Fiel e do cineasta Rodrigo em suas comunidades, muito provavelmente essas notícias não teriam sido publicadas nos jornais e se perderiam – do momento da abordagem policial até a delegacia.

Numerosos casos como esses se repetem sem que tenhamos conhecimento. E são justamente nos morros “pacificados”, divulgados pela grande mídia como o retrato perfeito da paz, harmonia e tranqüilidade, que seus moradores veementemente têm seus direitos fundamentais negados.

Em sua matéria sobre a implantação da UPP no Santa Marta,  publicada no jornal A VOZ DA FAVELA nº 2, o jornalista Marcelo Salles chama a atenção para o toque de recolher imposto pela PM.

Segundo Salles, relatos de agressões e violações aos moradores também não demoraram a aparecer.  “A própria comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa registrou ao menos três casos, que incluíam revistas vexatórias, ameaça e agressão física”, completou o jornalista.

Recentemente no Jornal O Globo, em sua edição do dia 19 de setembro, foi publicado uma matéria sobre a realização de uma pesquisa etnográfica em dez comunidades controladas pela Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

Como não poderia deixar de ser, foram verificados diversos relatos de arbitrariedades policiais.

No morro do Andaraí, por exemplo, a geógrafa Tatiana de Almeida Accioly disse ter ouvido queixas de comerciantes sobre o fim das festas e a queda na venda de bebidas.

Na favela do Batam, em Realengo, segundo a doutoranda em planejamento urbano Marianna Olinger, existe uma série de disputas de poder entre a UPP e associação de moradores. O fato curioso, para não dizer preocupante, fica por conta de que a própria associação de moradores do Batam é comandada por um PM do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), que proibiu a venda de bebidas alcoólicas a partir de determinado horário.

Já no morro do Borel, na Tijuca, a socióloga Monique Batista relatou que há queixas de violação da vida privada por parte dos policiais, que inclusive ditam até a altura do som dentro das casas.

Outros abusos – como o pedido de autorização para qualquer evento em espaço público ou reunião privada – também podem ser verificados nos morros supostamente “pacificados”.

Nesse direcionamento as favelas invadidas pela polícia encaram um modelo muito similar ao do Estado de Defesa e do Estado de Sítio, previstos respectivamente nos artigos 136 e 137 da nossa Constituição Federal.

Esses dois instrumentos de defesa do Estado compreendem medidas excepcionais como, por exemplo, a suspensão de determinadas garantias constitucionais somente admitida em momentos peculiares e autorizada exclusivamente pelo Presidente da República e pelo Congresso Nacional.

Nesse sentido, ainda que estivéssemos vivendo uma situação extremada em que esses dois instrumentos tivessem que ser efetivamente utilizados pelo Estado, o próprio prazo de duração destas medidas excepcionais, de acordo com o estabelecido na Carta Magna, já teria se exaurido nas favelas sob “pacificação”.

Desta forma o modelo de militarização das favelas “pacificadas” vem nos remetendo a um período triste e marcante da história política brasileira.

O que vem se desenhando é a imposição de um verdadeiro estado de exceção não autorizado, na contramão do Estado Democrático de Direito.

É a mais perfeita tradução da letra do Marcelo Yuka: “Paz sem voz não é paz, é medo”.

*Advogado, sub-secretário de cultura em Belford Roxo.

Vozes radiofônicas da favela: a importância das rádios comunitárias para conquista da cidadania

sábado, novembro 20th, 2010

*Rafael Huguenin

A necessidade de racionalizar o jogo político conduziu os gregos antigos a estabelecer um conjunto de conceitos e princípios de suma importância, sobre os quais se apoia não apenas a democracia grega, mas todas as versões modernas de democracia. Dentre estes conceitos, destaca-se a isegoria (ἰσηγορία), termo impossível de ser traduzido em toda sua amplitude por uma palavra só, mas que pode ser compreendido, segundo Liddell & Scott, como “direito de igualdade de expressão” ou simplesmente “igualdade política”.

No contexto da ekklesia (ἐκκλησία), a assembleia popular aberta a todos os cidadãos, o princípio da isegoria se manifestava no direito de pedir a palavra, se levantar no meio da assembleia e discursar livremente sobre problemas políticos, ou seja, sobre problemas da comunidade que dizem respeito a todos os cidadãos, a todos os habitantes da pólis (πόλις). Mesmo distantes no tempo, faz-se fundamental pensar hoje sobre estas noções, sobre as quais se apoiam muitas das falidas democracias modernas.

Em nossos dias, talvez seja tarefa impossível reunir todos os cidadãos de uma nação em uma única assembleia. Mas é plenamente possível, por outro lado, não apenas realizar pequenas assembleias comunitárias a partir da estrutura das associações de bairros e de moradores, mas também estimular, a partir destas associações mesmas, a integração, o debate e a circulação de ideias e da produção cultural por meio da tecnologia existente. Com isso, o alcance destas associações e de suas iniciativas se expande consideravelmente e, com isso, a consciência política da comunidade. Ainda que a internet seja hoje o centro das atenções, a utilização das ondas de rádio continua sendo uma excelente ferramenta de informação e articulação, capaz não apenas de devolver a isegoria aos cidadãos, mas também possibilitar uma ampla união popular.

Em um cenário no qual autorizações e concessões para utilização do espectro eletromagnético para transmissão de áudio, vídeo e comunicação pessoal obedecem a critérios outros que não o bem das classes populares, faz-se necessário a abertura de uma nova frente de luta popular. Além das ocupações de prédios públicos e comerciais sem utilização, bem como de grandes propriedades rurais improdutivas, faz-se necessário ocupar também as frequência de rádio não ocupadas, observando-se, obviamente, limitações de potência e direcionalidade dos sinais com o objetivo de garantir o caráter comunitário das transmissões.

A Rádio Favela FM, que transmite na frequência de 106,7 MHZ a partir de vila Nossa Senhora de Fátima, uma das comunidades integrantes do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, é um ótimo exemplo. Em 1981, diante da necessidade de um espaço para divulgar informações e a rica produção cultural da região, entrou no ar “a voz do morro”, a Rádio Favela. Em plena ditadura e funcionando com equipamentos improvisados, a rádio era obrigada a trocar constantemente de lugar, mudando de barraco em barraco enquanto fugia da repressão. Em 1996, após anos de luta, a rádio finalmente adquire seu alvará, mero reconhecimento governamental de um órgão que há anos já tinha o reconhecimento de uma comunidade de mais de cento e sessenta mil habitantes.

Outros excelentes exemplos de rádios comunitárias podem ser encontrados no texto “Mega FM: o exemplo de uma rádio verdadeiramente comunitária”, de Luíza Sansão, publicado no Portal da Agência de Notícias das Favelas.

Como conclusão, nos parece claro que, se a isegoria, entendida aqui como o direito de todo cidadão de tomar a palavra e expressar suas ideias é essencial ao exercício da cidadania, então é lícito que comunidades organizadas se utilizem das ondas de rádio para esta finalidade, uma vez que os grandes órgãos de comunicação não são capazes de atender a esta importante demanda.

Jovens de Territórios de Paz receberão apoio para projetos culturais

quarta-feira, novembro 17th, 2010

Microprojetos em Territórios de Paz contribuem para a diminuição da violência e da criminalidade/Foto: MEC

Serão destinados R$ 10,7 milhões para financiamento de 700 projetos artísticos e socioculturais

Moradores de comunidades de baixa renda e de elevados índices de violência, e que tenham entre 15 e 29 anos, poderão ser financiados por meio dos Microprojetos Mais Cultura para os Territórios de Paz. Projetos de hip hop, grafite, rap, teatro, literatura, artesanato e dança, produção de vídeos e documentários e gravação de CDs de jovens artistas, são algumas das iniciativas que ação do Ministério da Cultura (MinC) realizada em parceria com o Ministério da Justiça (MJ), visa apoiar.

Ação do Programa Mais Cultura, do MinC, os Microprojetos nos Territórios de Paz vão viabilizar iniciativas que promovam inclusão social e contribuam para a diminuição da violência e da criminalidade. Outro objetivo é proporcionar maior dinamismo econômico às comunidades por meio de apoio financeiro aos artistas, escritores, grupos independentes e produtores culturais locais. As propostas contempladas vão receber de 1 a 30 salários mínimos (valor máximo de R$ 15,3 mil), conforme as ações propostas.

O edital, publicado nesta terça-feira (16) no Diário Oficial da União (DOU), vai destinar R$ 10,7 milhões para apoiar 700 projetos artísticos e socioculturais. A meta é contemplar 44 localidades, de 11 estados e do Distrito Federal, atendidas pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). Podem concorrer pessoas físicas com idade igual ou superior a 18 anos e pessoas jurídicas sem fins lucrativos que desenvolvam projetos que contemplem jovens de 15 a 29 anos.

Dos 700 projetos a serem premiados pelo edital, 300 destinam-se à cidade do Rio de Janeiro, que concentra 24 localidades atendidas pelo Pronasci, como Rocinha, Boréu, Cidade de Deus, Santa Marta, Bangu e Manguinhos. O segundo estado em número de comunidades a serem beneficiadas é o Rio Grande do Sul, com nove bairros e 167 projetos. Na Bahia, as comunidades de Tancredo Neves/Beiru (Salvador) e PHOC I, II e III (Camaçari) terão 41 iniciativas contempladas.

As inscrições para o edital Microprojetos Mais Cultura para os Territórios de Paz vão até 30 de dezembro e podem ser feitas por meio dos formulários eletrônicos disponíveis nos endereços http://www.cultura.gov.brhttp://mais.cultura.gov.brhttp://www.mj.gov.br/pronasci.

Áreas dos projetos sócio-culturais a serem apoiados:

Artes Visuais
Artes Cênicas
Música
Literatura
Audiovisual
Artesanato
Cultura Afro-Brasileira
Cultura Popular
Cultura Indígena
Design
Moda
Artes Integradas

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

GRAFFITE NA MANGUEIRINHA

domingo, novembro 7th, 2010

Está acontecendo, nesse momento, um mutirão de grafiteiros na comunidade da Mangueirinha, em Duque de Caxias. Durante o evento, estarão sendo feito um sorteio de latas para os participantes, além de impressão de camisas na hora. O evento acontecerá até às 19h.

TOPETÃO NO DIA DA FAVELA

sexta-feira, novembro 5th, 2010

Topetão com as crianças no Complexo do Alemão

Renato Ferreira, mais conhecido como palhaço Topetão, não mediu esforços ontem para prestigiar a favela no dia designado para ela. Esteve em uma rádio comunitária e uma creche no Complexo do Alemão, onde distribuiu seu novo CD com o Molejão para as crianças. Todas já cantavam as músicas e principalmente o Rap do Caracão, música mais conhecida. A professora sempre coloca para entrarem no ritmo e irem felizes para o chuveiro. Um dia de festa e alegria na comunidade.

Topetão em programa ao vivo na TV ROC

Depois, Topetão se dirigiu para o outro lado da cidade, onde foi recebido no programa A HORA DO FUNK, da TV ROC (Rocinha). Por onde passa, Renato, que nasceu na favela de Vigário Geral, deixa uma mensagem de otimismo, incentivando as crianças para um futuro melhor e exortando os pais a conversarem com seus filhos e serem seus melhores amigos. O palhaço, que já trabalhou com a Xuxa e viaja o Mundo inteiro com seu espetáculo, também gosta de ser, como ele mesmo diz, “pé no chão”, fazendo shows nas favelas e levando esperança para quem não tem.

Para maiores informações e contatos sobre o palhaço Topetão e seus shows acesse o site:

www.topetao.com.br

DIA DA FAVELA? E OS OUTROS DIAS?

quinta-feira, novembro 4th, 2010
André Fernandes
Hoje é dia da favela, de acordo com a lei municipal de autoria de Edson Santos. Minha preocupação é que no dia de hoje, estão sendo realizados mais de oitenta atividades, nos mais diversos lugares, em alusão ao dia criado, porém o que resta para a favela nos demais dias? Como a favela normalmente é lembrada nos demais 364 dias? Fiquei pensando nisso hoje pela manhã ao ver uma manchete em um jornal que dizia: “Liminar permite reconstrução de favela”. É fato que acontecerão mais de uma centena de remoções até a Copa e jogos Olimpícos e que a pobreza e a miséria deverá ser colocada para debaixo do tapete. Espero que nossa sociedade e principalmente quem se elegeu com esses votos, não se esqueça da favela nos demais dias do ano…

Meeting of Favela, Duque de Caxias

quinta-feira, novembro 4th, 2010

A quinta edição do Meeting of favela, o evento que está colorindo a Vila Operária, acontece no próximo dia 28 de Novembro, domingo de muito Graffiti, Música e Intervenções em Duque de Caxias.

As atividades começam a partir das 10:00 hs da manhã e é possível reservar lugar no alojamento que estará a disposição a partir de sexta-feira à noite. Informações sobre o alojamento no email contato@espacorabisco.com
e mais no blog http://www.meetingofavela.blogspot.com

AIACOM na Semana da Consciência Negra

terça-feira, novembro 2nd, 2010

O Armazém de Ideias e Ações Comunitárias (AIACOM) promove, a partir do dia 17 de Novembro, uma série de eventos para marcar a Semana da Consciência Negra, com debates e apresentações culturais.

No dia 20, Dia da Consciência Negra e da morte de Zumbi dos Palmares, a Mostra Cultural de Africanidades encerra as atividades. Escolas, instituições e universidades que queiram conhecer os projetos, entre 09h e 14h, podem agendar visita pelo email ou telefone.

Criado em 1992, o AIACOM é um espaço alternativo de educação complementar à escola formal, contribuindo para a formação integral de crianças e adolescentes em situação de risco social, suas famílias e comunidades em geral, moradores de comunidades empobrecidas do bairro do Engenho Novo e adjacências, subúrbio da cidade do Rio de Janeiro.

O Armazém de Idéias e Ações Comunitárias fica na Rua Barão do Bom Retiro, 920 – Engenho Novo – RJ. Mais informações (21) 2581-9918, email cultural@aiacom.org.br. www.aiacom.org.br

Produção e Edição Audiovisual para Lideranças Comunitárias

domingo, outubro 31st, 2010

Começa nesta quarta-feira um minicurso gratuito de produção e edição de vídeos voltado para lideranças e moradores de comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro.

O curso vai trabalhar com equipamentos simples, como celulares e câmeras fotográficas, e faz parte de um projeto da Comunidades Catalisadoras (ComCat) e outros parceiros, como o coletivo anticinema. O objetivo é capacitar as pessoas para um uso estratégico das mais recentes ferramentas de comunicação virtual.

As aulas acontecerão sempre às quartas-feiras (03, 10 e 17 de Novembro), entre 18h e 21h, 18-21h, na Fundição Progresso, Lapa, Rio de Janeiro. Os integrantes do Coletivo Anti Cinema ministram as aulas. Para participar, envie email para cursos@comcat.org e, se tiver, leve sua câmera filmadora.