Agradecimentos aos que fizeram acontecer na ANF em 2016

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Créditos: Reprodução Internet

Não conseguiria escrever outra coisa hoje senão um agradecimento para todas as pessoas que estiveram envolvidas conosco esse ano. Por que estou afirmando isso? Porque ontem tivemos uma avant-première do meu primeiro filme, um documentário sobre o início da história do funk e também uma festa de fim de ano da Agência de Notícias das Favelas. Tanto no Cinecarioca Nova Brasília, no Complexo do Alemão, quanto em nossa festa, estiveram presentes pessoas muito importantes, que tem feito diferença em minha vida.

A primeira pessoa a quem quero agradecer é a Renata Duarte, que foi secretária executiva da ANF até recentemente, assumindo desde então a coordenação executiva da ANF Produções. Renata foi incansável junto comigo para que pudéssemos ter um ano bom, apesar da crise do nosso país. Quero agradecer também ao Sergio Pugliese e ao Marcos Barreira, que são do nosso conselho diretor. Os dois representam muito bem nossa organização, e seus nomes só nos engrandecem. Por ordem de chegada, sou muito grato à nossa editora Julianne Gouveia, que de modo excepcional tem exercido sua função com muito amor ao objetivo de democratizar as informações das favelas. Na sequencia, Verônica Oliveira, que assumiu a secretaria executiva da organização recentemente e que tem se esforçado muito para dar continuidade ao trabalho iniciado pela Renata. Obrigado, Vê, por seu trabalho realizado para que todos nós pudéssemos curtir a festa ontem, inclusive.

Esse foi o ano em que nosso jornal impresso voltou a circular com 50 mil exemplares por mês. Para tanto, contamos com uma equipe fantástica. Viviana Assunção, a melhor diagramadora que já tivemos, fez com nossa editora as melhores edições que já produzimos, revisadas pelo Tiago Velasco. Meus agradecimentos vão também aos que fazem nosso jornal chegar até vocês: Talys, Bruno, Manoel e tantos outros.

Não paramos por aí! Tivemos a realização da primeira turma da RACC – Rede de Agentes Comunitários de Comunicação. Teria que agradecer a todos os muitos palestrantes, então, agradeço na pessoa da Debora Rocha a todos os envolvidos. Deixo também os alunos Nyl e Fábio como representantes dos que se formaram e continuam conosco nessa rede.

Tem mais! Lançamos a segunda edição do meu livro e também relançamos 400 x 1 – Uma história do Comando Vermelho. Muito obrigado, Anita Deak, que tem feito a edição de nossos livros. Também agradeço muito a minha amiga Simone Menezes, que tem dado um lindo exemplo de como a família é a base de tudo. Receber seu abraço ontem apertado após a sessão de Eu só quero é ser feliz – uma breve história do funk carioca foi muito especial, sim, porque somos sobreviventes.

Para finalizar o ano com chave de ouro, fomos contemplados em edital da Secretaria de Estado de Cultura para realizar o Laboratório de Produção Cultural, projeto através do qual vamos formar 140 jovens de 15 territórios. Este projeto não teria sido possível sem a parceria da Carmen Valdez, que coordenará seu primeiro projeto de muitos outros que faremos juntos.

Executamos esse ano também várias campanhas do minidoor social em vários lugares do país. Para isso contamos com parceiros diversos aqui no Rio, em São Paulo e em Belo Horizonte, além de já estar também atuando na Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Sou grato a todos os envolvidos. Para que isso pudesse acontecer, uma pessoa foi fundamental, que é o nosso comercial em Brasília. Muito obrigado, Leonardo Galvão, porque você tem demonstrado muita competência e seriedade com seu trabalho.

Já são quase 400 colaboradores que escrevem em nosso portal, além de sete colunistas, um por dia. São eles que nos alimentam com muito conteúdo e informação das favelas. Vou agradecer na pessoa do Cléber Araújo a todos os nossos colaboradores, que investem seu tempo nos proporcionando textos maravilhosos. Não poderia esquecer ainda dos que fizeram nosso documentário acontecer: Patrick Granja, Vitor Ribeiro e Florian Pfiffer.

Tem muita gente conosco, e nossa família não para de crescer. 2016 foi um ano de crise, de golpe, e foi nos momentos mais difíceis que pudemos contar com todo o apoio da Lumar contabilidade, na pessoa da Maria Luzia e também com nossos mantenedores, como Nilo Batista, João Tancredo e Roosevelt Oliveira. Com crise e golpe, também foi tempo de agregar amigos e parceiros. Duas pessoas de quem me aproximei mais esse ano e que vão estar ainda mais juntos de nós no próximo ano, que não posso deixar de citar: obrigado, Julio Barroso e Marcus Galiña, pela parceria e amizade.

Tem muito mais para fazermos com muita fé, muita inconformidade com as injustiças e muita disposição para construir um ano bom, um ano ainda melhor que esse que já se vai. Todos os de bom coração são muito bem-vindos à família ANF!