Archive for junho, 2009

Roda de Funk e debate na Cidade de Deus

sábado, junho 13th, 2009

Acontecerá amanhã (14/06), na Cidade de Deus, um debate sobre sobre o movimento Funk. Estarão presentes no evento a Antropóloga Adriana Fascina, o Delegado Orlando Zaconne, o Deputado Estadual Marcelo Freixo e o músico Marcelo Yuca.

Sem nenhum tipo de diversão cultural na Cidade de Deus, por conta da ocupação policial naquela localidade, essa manifestação de domingo terá um debate que vai durar 2 horas (14h às 16h) e uma “RODA DE FUNK” que vai durar 6 horas (16h às 22h). Esse evento é o mais importante de todos os que já foram realizado pela APAFUNK, por ser tratar de um dos lugares que concentra o maior número de profissionais do Funk em todo o Rio de Janeiro, e que estão sendo impedidos de tocar, cantar,e até ouvir o som que eles mesmos produzem.
 

Morte no Morro da Coroa: Parentes de lanterneiro pedem ajuda

quarta-feira, junho 10th, 2009


Parentes e amigos do lanterneiro Josenildo Estanislau dos Santos se reuniram ontem com representantes do Judiciário, da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio (OAB/Rio), e de várias organizações de direitos humanos. O objetivo do encontro foi avaliar o andamento do inquérito policial que investiga a morte do lanterneiro. Josenildo foi morto por policiais militares do 1º BPM (Estácio), no último dia 2 de abril, no Morro da Coroa, no Catumbi.

O taxista Josilmar Macário dos Santos apresentou cópia do boletim de atendimento médico do Hospital Souza Aguiar. O documento atesta que Josenildo já estava morto quando chegou no hospital. Josilmar pediu apoio às autoridades para esclarecimento do homicídio e a prisão dos culpados.

-Estamos aqui para denunciar uma ação arbitrária da polícia. Meu irmão foi assassinado de forma cruel. Os responsáveis por isso têm que ser presos- disse.

A presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Rio, Maria Margarida Pressburg, acredita que as comunidades carentes são as maiores vítimas das ações policiais mal sucedidas e que geralmente terminam com a morte de uma pessoa inocente:

- Não tenho dúvida de que Josenildo foi morto porque viu o que não pedria ter visto-denunciou.

O subprocurador de Justiça, Leonardo Chaves, condenou a política de segurança pública do estado. Segundo ele, a polícia do Rio mata cinco vezes mais do que a de São Paulo.

-Essa situação se agravou muito nos últimos meses. A política de segurança adotada atualmente é tão perversa que muitos policiais estão perdendo a vida nesses enfrentamentos – avaliou Chaves.

Josenildo, de 42 anos, trabalhava em uma oficina mecânica da família. Na tarde do dia 2 de abril, ele saiu de casa para comprar cigarros no bar que costumava frequentar. Ele só não sabia que policiais do 1º BPM estavam no morro à procura de traficantes de drogas. Confundido com um dos bandidos, Josenildo foi morto juntamente com outros cinco homens. Na ocasião, os PMs que registram as mortes na 6ª DP (Cidade Nova) declaram que os seis homens eram traficantes e que eles morreram em confronto legítimo.

Sérgio Meirelles
Jornal Extra

Fonte: (http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/post.asp?cod_post=194194)


  

Eleições na OAB/RJ

segunda-feira, junho 8th, 2009

O Advogado João Tancredo, que foi contra a ação desastrosa do Estado, que provocou 19 mortes, no Complexo do Alemão, lança amanhã (09/06) sua candidatura à presidência da OAB/RJ. O evento será na ABI – Associação Brasileira de Imprensa, ás 18hs, e contará com diversas personalidades, entre elas o Dr. Nilo Batista, que apoia sua candidatura. 

Violência policial em pauta no Catumbi

segunda-feira, junho 8th, 2009

 

Moradores do Catumbi realizarão amanhã uma reunião para discutir a violência policial e a forma que as comunidades estão sendo tratadas. Será abordada na reunião a morte de Josenildo, executado por policiais do primeiro Batalhão de Polícia Militar, no dia 02/04/2009, e ainda, o medo de denúnciar como fator contribuinte para a impunidade.

Estarão presentes na reunião o Dr. Leonardo Chaves (Subprocurador do Estado do Rio de Janeiro), o Dr. Leonardo Rosa (Coordenador do Núcleo de Direitos  Humanos da Defensoria Pública), Dr. João Tancredo (Advogado), Sérgio Meireles (Jornal Extra), e a Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência.

O encontro será ás 15hs, na Associação de Moradores do Catumbi, que fica na Rua Catumbi, número 67, em frente a Igreja Sallete.

 

Comunidades de Manguinhos discutem obras do PAC

segunda-feira, junho 8th, 2009

A Comissão Especial de Acompanhamento das Obras do PAC no Rio de Janeiro, da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, realizará hoje(08/05), às 18hs, na sala 410, da Escola Nacional de Saúde Pública, na Fundação Oswaldo Cruz, Rua Leopoldo Bulhões, 1480, em frente a
Estação de trem de Manguinhos, uma audiência pública sobre as obras do PAC no Complexo de Manguinhos

Serão debatidas as questões que envolvem a sustentabilidade dos investimentos públicos e o respeito aos direitos fundamentais da população de Manguinhos.

 

Caso de jovem morto no Jacarézinho será julgado

sexta-feira, junho 5th, 2009

Os policiais militares ANDERSON CORREA DE ARAUJO e NILSIMAR DOS SANTOS,
do 3o BPM, serão julgados no dia 10/06/2009, no II Tribunal do Júri,
pelo assassinato de Charles Félix de Medeiros em 09/07/2008, na favela
do Jacarezinho. Também serão julgados por tentativa de homicídio do
amigo que estava com Charles.

Charles e o amigo haviam acabado de assistir a um jogo de futebol num
bar próximo a uma das entradas da favela do Jacarezinho. Haviam
lanchado e estavam fazendo o retorno na moto (Charles como piloto e o
amigo na garupa) quando três viaturas do 3o BPM apareceram em alta
velocidade pela Rua Viúva Cláudio, já atirando contra os dois.
Assustado, Charles subiu com a moto na calçada, no sentido da contra
mão da rua, buscando fugir dos tiros, mas caiu e foi executado a tiros
pelos policiais. Policiais colocaram o corpo numa das viaturas e ainda
demoraram muito a sair em direção ao hospital Salgado Filho.

Como em outras ocasiões no Jacarezinho, familiares e moradores
mobilizaram-se, testemunhas prestaram depoimento imediatamente e o
processo andou bem rápido, o que geralmente não acontece em casos de
execução sumária por policiais.

A mãe de Charles, Dona Neusa, outros parentes e amigos estão convocando
todas e todos a estarem presentes ao julgamento, para que a justiça
seja garantida, e para que, com isso, sejam evitadas mais vítimas desse
esquema perverso e corrupto facilitado por uma política de segurança
que estimula o dito “enfrentamento” e o desrespeito aos direitos das
comunidades.

O II Tribunal fica na sala 213 do corredor C do Tribunal de Justiça da
capital, na Av. Erasmo Braga, 115. O julgamento será às 11 horas.

Fonte: Rede de Comunidades e Movimentos Contra Violência

Caso do Morro da Babilônia é apresentado na OEA

quinta-feira, junho 4th, 2009
*Caso de jovem negro morto por policiais é apresentado na Assembléia Geral da OEA*

*Em 1998, Wallace de Almeida, jovem negro, foi morto por policiais
militares no quintal da casa de sua mãe, no Morro da Babilônia, Rio de
Janeiro. Um dos envolvidos é o comandante de policiamento em estádios
da PM do Rio – o mesmo policial que, há cerca de duas semanas, teve a
prisão pedida por agressão e abuso de autoridade, depois de incidente
no Maracanã. Diante da impunidade, a OEA publicou recentemente o
relatório de mérito do caso, o que reflete a inoperância da Justiça
brasileira e causa grande constrangimento internacional ao Brasil. *

Wallace de Almeida era recruta do Exército, negro, e tinha 18 anos
quando foi baleado pelas costas por policiais na porta da casa de sua
mãe, no Morro da Babilônia, zona sul do Rio de Janeiro. Depois de
invadirem a casa e insultar parentes do rapaz, os policiais
literalmente lhe arrastaram morro abaixo. Wallace chegou ao hospital
debilitado, vindo a falecer em seguida. Várias pessoas testemunharam o
episódio, mas a falta de uma perícia imediata e o descaso de
integrantes do Ministério Público não permitiram que os envolvidos
fossem responsabilizados*.

Em 2001, o caso foi denunciado pela Justiça Global à Comissão de
Direitos Humanos (CIDH) da OEA que recomendou a investigação completa e
imparcial do assassinato de Wallace. Recentemente, diante do não
cumprimento do Estado brasileiro às recomendações, a OEA resolver
tornar público o relatório que detalha o caso e a conivência de agentes
públicos que permitiu a impunidade, além da inoperância do Brasil em
reparar as violações.

O caso foi apresentado durante a 39ª. Sessão da Assembléia Geral da
OEA, que termina hoje (3), em Honduras, o que significa grande
constrangimento internacional ao país.

De acordo com a Comissão Interamericana, "Wallace de Almeida, quando
morreu, tinha 18 anos de idade, era afro-descendente, de condição
pobre, e exercia a profissão de soldado do Exército. Seus direitos
foram transgredidos por atos discriminatórios quando foi deixado
sangrar até a morte em conseqüência de um ferimento à bala na coxa
causado por policiais do Estado, sem que qualquer assistência lhe fosse
prestada. Desse modo, sua vida foi cortada e com isso a possibilidade
de desenvolvê-la em condições dignas. (…)A Comissão considera que
Wallace de Almeida perdeu a vida em conseqüência de uma ação
discriminatória praticada por agentes do Estado, sem que a sua condição
de membro de um grupo considerado vulnerável (afro-descendente, pobre,
favelado) fosse respeitada. A Corte assemelhou essa situação de
vulnerabilidade a um estado de incerteza e insegurança para a vítima.
Como conseqüência, seus direitos foram violados pelo Estado quando este
não cumpriu com sua obrigação como garantidor de direitos".

*Brasil descumpriu as determinações da OEA*

Estas foram as recomendações que determinadas pela OEA e que nao foram cumpridas pelo Estado brasileiro.

1. Levar a cabo uma investigação completa, imparcial e efetiva dos
fatos, por órgãos judiciais independentes do foro policial
civil/militar, a fim de estabelecer e punir a responsabilidade pelos
atos relacionados com o assassinato de Wallace de Almeida e os
impedimentos que impossibilitaram a realização tanto de uma
investigação quanto de um julgamento efetivos.

2. Proporcionar plena reparação aos familiares de Wallace de Almeida,
incluindo tanto o aspecto moral quanto o material, pelas violações de
direitos humanos indicadas no presente relatório e, em particular,

3. Adotar e instrumentar as medidas necessárias à efetiva implementação
da disposição constante no artigo 10 do Código de Processo Penal
Brasileiro.

4. Adotar e instrumentar medidas adequadas dirigidas aos funcionários
da justiça e da polícia, a fim de evitar ações que impliquem
discriminação racial nas operações policiais, nas investigações, no
processo ou na sentença penal.

Segundo a Comisão Interamericana de Direitos Humanos da OEA,
"decorreram mais de dez anos desde o homicídio de Wallace de Almeida,
sem que o Estado demonstre ter realizado uma investigação diligente
para identificar, processar e julgar os responsáveis por esse crime.
Diante do exposto, a Comissão Interamericana reitera que o Estado do
Brasil é responsável pela violação dos direitos à vida, à integridade
pessoal e à dignidade".

*AGRESSÃO E ABUSO DE AUTORIDADE NO MARACANÃ*


O major João Jacques Busnello, hoje comandante do Grupamento Especial
de Policiamento em Estádios (GEPE) da Polícia Militar do Rio de
Janeiro, era quem comandava a ação policial que vitimou Wallace. Há
cerca de duas semanas, após um incidente no estádio do Maracanã, foi
pedida a prisão de Busnello por lesão corporal, abuso de autoridade e
prevaricação, porém mais uma vez irregularidades lhe garantiram a
impunidade.

Segundo o Ministério Público, apesar de o Tribunal de Justiça ter
acolhido pedido do MP solicitando a prisão em flagrante do Major, o
delegado da 18ª Delegacia de Polícia se recusou a lavrar o auto de
prisão em flagrante relativa ao major Busnello. Por isso, o
procurador-geral de Justiça do Estado, Cláudio Lopes, afirmou nesta
quinta-feira que o Ministério Público do Rio de Janeiro entende que o
delegado da 18ª Delegacia de Polícia, em tese, cometeu crime de
prevaricação ao não lavrar o auto.

**Trecho do artigo ONU, OEA E O CASO WALLACE, publicado no Correio Braziliense – publicado em www.global.org.br *

*Leia o relatório da OEA recém publicado no link abaixo: *

http://www.cidh.org/annualrep/2009port/Brasil12440port.htm


Favelas de Santa Teresa discutem violência

quarta-feira, junho 3rd, 2009
O CAMFAST – Centro de Apoio a Moradores de Favelas de Santa Teresa realiza amanhã(04/05/09), ás 18hs, no Colégio Estadual Monteiro de Carvalho, que fica na rua Almirante Alexandrino, número 2.495, em Santa Teresa,  uma reunião com o tema VIOLÊNCIA E CIDADANIA. O objetivo é discutir o que é violência e conscientizar a população acerca da cidadania, incentivando os participantes a construirem uma ponte da violência para a cidadania através da participação social. No evento acontecerá um debate entre especialistas e moradores das comunidades dos Prazeres e Fogueteiro, além de outras comunidades.

Deputados cobram autoridades sobre morte de crianças em favelas

terça-feira, junho 2nd, 2009

 

Aconteceu na manhã de hoje, a sétima audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da ALERJ. O presidente da comissão, deputado Marcelo Freixo(PSOL), abriu a sessão com um vídeo elaborado pelos próprios moradores da Maré, uma das comunidades que mais tem sofrido com a morte de crianças.

 

DENÚNCIAS MARCAM AUDIÊNCIA

Logo após começaram as falas de representantes de organizações que tem acompanhado os casos, como a Justiça Global, que leu um documento que está sendo entregue à ONU. No documento a organização critica a atuação da imprensa, pede isenção das corregedorias e orgãos de perícia, além de pedir a reforma das polícias. Já o representante do Projeto Legal, Antonio Pedro Soares, denúnciou que o inquérito policial estava, até então, inacessível aos advogados. Outra denúncia foi feita pela representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ, Margarida Prasburguer, dizendo que os "caveirões"(veículos blindados da polícia) sobem as favelas para buscarem propinas.

 

RELATOS EMOCIONAM PARTICIPANTES

Logo depois dos representantes das organizações, foi a vez dos famíliares das vítimas fazerem seus relatos. O pai da pequena Yasmim disse que sua filha tinha ido comprar um refrigerante e volltou, com a mão na barriga dizendo: "papai levei uma pedrada", quando viu, sua filha estava baleada. Outro caso relatado foi o de Matheus. Sua mãe, Gracilene Rodrigues, contou emocionada como foi o episódio do assassinato de seu filho.

 REPRESENTANTES DO PODER PÚBLICO NÃO EXPLICAM MUITO

 Foram convidados para a audiência os comandantes Rogério Seixas Cruz (22 BPM) e Pedro Paulo da Silva (14 BPM), as delegadas Valéria de Castro (21 DP) e Marcia Helena Julião (34 DP),  o corregedor da polícia civil, José Augusto pereira, além do corregedor da polícia militar, que não compareceu. A delegada da vigésima primeira DP e o corregedor afirmaram estarem em seus cargos há poucos dias, não tendo tanto conhecimento dos casos. Valéria de Castro, em sua fala, afirmou que "a sociedade primeiro tem que parar de usar drogas".

 

 DEPUTADOS CONTINUARÃO COBRANDO O PAPEL DO ESTADO

O deputado Marcelo Freixo(PSOL) iniciou sua fala rebatendo a delegada Valéria, dizendo que a sociedade tem responsabilidade, mas nada exime primeiramente o poder público. Logo depois Freixo perguntou aos comandantes dos batalhões se algum dos políciais tinha sido afastados? O comandante do 14 BPM disse que os políciais foram mudados de funções, mas continuam no batalhão. Já o comandante do 22 BPM afirmou que os políciais foram transferidos para outra unidade. O deputado Alessandro Molon (PT) em sua fala disse que infelizmente os primeiros a retirarem os corpos, violando o local da perícia, são os policiais, inclusive levando para os hospitais, sinicamente, pessoas que já estão mortas. Afirmou também que a morte de Matheus significa falência do Estado, primeiro porque ele não teve aula, segundo por ter sido morto por um agente do do poder público. Molon relembrou também o caso dos quatro rapazes mortos no Borél, que foi seu primeiro caso na Comissão de Direitos Humanos da ALERJ.

 

 

PRÓXIMA AUDIÊNCIA

O presidente da comissão, deputado Marcelo Freixo, confirmou a próxima audiência para semana que vem, quando será convidada a Secretária de Direitos Humanos do Estado, Benedita da Silva, para prestar esclarecimentos sobre a atuação daquela secretaria, segundo Freixo, omissa diante das atrocidades que estão sendo perpetradas pelo governo estadual.

Mortes de crianças em favelas pautam audiência na ALERJ

segunda-feira, junho 1st, 2009
       

                        
Crianças e adolescentes morrem baleados nas favelas do Rio com uma frequência inaceitável. E o risco é ver os casos caídos no esquecimento ou simplesmente tornados números estatísticos. Renan, de três anos; Matheus, de oito; Felipe, de 17; Yasmin, de três anos, são as vítimas mais recentes das balas. Para apurar as circunstâncias em que cada morte ocorreu, durante incursões policiais realizadas nas favelas do Complexo da Maré, na Zona Norte, e da Vila Aliança, na Zona Oeste, a Comissão de Direitos Humanos da ALERJ realizará uma audiência pública, na terça-feira (02/6). Serão ouvidos comandantes de batalhões e corregedores da Polícia Militar e da Civil para que esclareçam as providências tomadas nos diferentes episódios




Dentre os casos que ocorreram no Complexo da Maré que serão recordados pela Comissão está o de Renan da Costa Ribeiro, de três anos, assassinado no dia primeiro de outubro de 2006, na favela Nova Holanda; o de Matheus Rodrigues, de 8 anos, morto no dia 4 de dezembro de 2008, e o de  Felipe Correia de Lima, de 17 anos, executado no dia 14 de abril deste ano, ambos na Baixa do Sapateiro.Foram convidados para esclarecimento dessas execuções o comandante do 22° BPM (Maré), Rogério Seixas, e a delegada titular da 21ª DP (Bonsucesso), Valéria de Castro.




Com relação à morte de Yasmim Kelly Barbosa da Silva, de três anos, em 29 de abril deste ano, numa operação policial na Vila Aliança, foram convidados o comandante do 14° BPM, Pedro Paulo da Silva, e a delegada titular da 34ª DP, Márcia Helena Julião. Os corregedores José Augusto Pereira e Mauro Assad Couto, da corregedoria da Polícia Civil e da Polícia Militar, respectivamente, também foram convocados pela Comissão.


 

Representantes das entidades que acompanham alguns dos casos, como a Comissão de Direitos Humanos da OAB, o Projeto Legal e Observatório de Favelas, também foram convidados para a audiência. O encontro será às 10h, na sala 316, no Palácio Tiradentes.


Fonte: www.marcelofreixo.com.br/site/