As cidades imaginárias

11/09/2008

          Hoje vivemos em um mundo em que o intenso processo do capitalismo nos força a ser o que não somos e a mídia ajuda nesse processo.  Cada vez mais nos tornamos aniquilados perante os nossos modos de ver a vida, analisar as nossas posições e dar o que temos de melhor para o nosso progresso. Assim a classe média e média alta trata a favela como local de intensa luta de facções, porém não nos intrigamos a respeito da real condições de vida desses habitantes. Será que morar na favela é ruim? Temos que parar e analisar em que linha de pensamento estamos indo, hoje sabemos que a maioria das favelas possuem bancos, postos de saúdes, lazer, lojas e um intenso mercado consumidor, mas a classe média e média alta insiste em tratar a favela como elemento destruidor da cidade não levando em conta que as favelas são uma parte excluída da cidade. A resposta da favela contra esse preconceito é revindicando direitos aos quais todos nós temos, como saneamento básico, escola emprego e as mais variadas formas de cultura.

Wagner Maia da Costa - Estudante de Ciências Socias da UERJ

2 comentários em “As cidades imaginárias”

  1. Paulo Flor:

    Wagner vôce pom as classes favoraves como sendo responsável pela precariedade das classes “inferiores” .Respeito seu ponto de vista,mais não creio que os culpados encontram-se na classe “dominante”.

  2. nico:

    pow estou achando bem legal as repercoções ke meus texto etar calzando em kem os ler e bom para refletirmos sobre nossas favelas muito bom

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